segunda-feira, 16 de julho de 2018

A VOLTA ÀS AULAS DA ESCOLA DO SESC LER DE BUÍQUE



        Hoje, pela manhã e tarde, tive o privilégio de mais uma vez participar de um evento especial do Sesc Ler de Buíque. Através de uma breve apresentação cultural fui recepcionar os alunos da Escola  daquela instituição. Foi muito bom ver os professores dando as boas vindas, abraçando e beijando cada criança que ali chegava, mochila nas costas e um sorriso contagiante declarando, desta forma, que estão mais do que preparados para mais uma etapa de aprendizado. 

         As declarações de saudades, tanto dos alunos quanto dos professores contagiaram o ambiente, demonstrando de forma clara que a criançada que ali estuda está em ótimas mãos.  Depois de preparado o ambiente fiz uma breve apresentação cultural infantil cantando, declamando poemas e contando estórias, dentre elas a do “Pássaro encantado”, relíquia do saudoso escritor mineiro Rubem Alves. 

         Relembrei os tempos de criança, cantando canções do palhaço, “O circo chegou alegria é geral, lá vem o palhaço na perna de pau”, sempre auxiliado pela criançada e depois de uma breve poesia de Cecília Meireles, encerrei a apresentação cantando Pequeno Mundo, “Há um mundo bem melhor todo feito pra vocês”, composição de Rikchard M. Sherman e Robert B. S. Sherman, versão de Rogério Cardoso, gravada nos anos 70 na voz de Moacir Franco e seu filho Gutinho.  Como sempre, foram momentos de muita alegria e emoção ver o sorriso de tanta criança, e, muito mais, cantar com elas. 

         Agradeço mais uma vez o convite do Sesc Ler, o apoio de toda equipe daquela instituição e principalmente o carinho de cada criança que encheu o meu dia de alegria. A todos o meu abraço.

                                                     Algumas fotos:










sexta-feira, 6 de julho de 2018

PERDEMOS PARA A BÉLGICA. E DAÍ?


        


       

 
       Como comentei em postagem recente sobre o desinteresse do brasileiro diante da Copa Mundial 2018, constatei que, com a continuação do maior espetáculo esportivo do mundo, as pessoas começaram a ter mais ânimo diante das vitórias de seleção brasileira e se envolveram mais com o evento. 

         De repente, camisas amarelinhas surgiram pelas ruas, e, nas bancas das feiras livres já víamos muitos vendedores se animando com as  vendas crescendo a cada dia. A canarinha conquistou a torcida nos primeiros jogos e até aqueles torcedores mais desanimados, feito eu, começaram a dar mais atenção à copa. O meu desânimo vem de longas datas, pois quando criança era o jogador mais “perna de pau” da turma e por isso só entrava no jogo quando era para completar os 11, até que chegasse o primeiro moleque para tomar o meu lugar.   

         Como todos puderam ver no jogo de hoje, a seleção belga que nos venceu por 2 x 1, de fato foi merecedora, pois jogou bem melhor que a nossa canarinha, que só veio a cobrar fôlego no segundo tempo. Mas não perdemos feio, como ocorreu na copa passada, quando a derrota foi de 7 x 1 para a Alemanha. 

         Além de admirar as grandes jogadas das seleções envolvidas na copa, os dribles e principalmente os passos certeiros e as defesas dos goleiros, outra coisa que curto muito é quando alguns dos jogadores da seleção vencedora cumprimentam membros daquela que foi vencida, abraçando, beijando e muitas vezes trocando as camisas, como sinal de respeito; afinal, não se trata de uma guerra, mas apenas de uma disputa futebolística, até porque muitas das vezes esses craques, em outras oportunidades estão defendendo a mesma camisa em outros países.    

         Perdemos sim, e daí? Outras seleções, tão “poderosas” quanto a nossa, a exemplo da Alemanha – campeã da copa passada, a Itália, a Espanha e a nossa maior rival - a Argentina,  “viajaram antes de nós”. O certo agora é cair na real e se preocupar mais com o novo evento que de fato vai influenciar em nosso pais, que são as eleições de outubro. Se no jogo de hoje não deu tempo consertar os erros da jogada e por isso fomos derrotados, entendo que nenhum prejuízo, além do emocional vai nos trazer. Porém, se “jogarmos mau” nas eleições de outubro, os resultados negativos não serão só emocionais, mas desastrosos. Que venha então a copa de 2022 e que saibamos votar certo em outubro vindouro!. 

         Para quem gosta de guerrilha, veja que não estou fazendo propaganda para nenhum candidato, apenas alertando para que façamos uma boa analise em quem votar antes de apertar o “gatilho”, ou melhor botão da urna.     

segunda-feira, 2 de julho de 2018

NOVOS CORDÉIS PUBLICADOS NO ESPAÇO BALAIO DE CORDÉIS

      
      
     
      


















Já estão publicados neste caderno cultural, na janela “Balaio de Cordéis”, mais de trinta livretos deste cordelista, com vários títulos, os quais poderão ser acessados pelo público em geral, bastando para isso dar dois clics na capa do título  que desejar e assim o livreto será aberto, exibindo tanto a capa quanto o texto completo, incluindo a data em que foi escrito. 

         Como dito várias vezes, esse trabalho não tem fins lucrativos, apenas apreço pela cultura popular, motivo pelo qual fica autorizado a todos quantos desejarem, copiar, imprimir para apresentação ou trabalho escolar e de qualquer forma divulgar, desde que seja citada a fonte, não sendo permitido o uso para fins comerciais. 

Confira alguns dos títulos publicados: 

1-O PRÍNCIPE: Tradução da obra clássica de Nicolau Maquiavel;
2-O LEVIATÃ: Tradução da obra clássica de Thomas Hobbes;
3-UTOPIA:   Tradução da obra clássica de Thomas More;
4-CONSELHO AOS PAIS: (Os Direitos da Criança e do adolescente)
5-NÃO ZOMBE DE DEUS: (leitura de cunho religioso ou espiritual)
6-A CIRURGIA: (narra quatro cirurgias submetidas pelo autor);
7-A FEIRA DE CARUARU: Trabalho apresentando com todos os dados da maior feira ao ar livre do país;
8-A CHACINA DO REALENGO: relato do trágico evento ocorrido no Estado do Rio de Janeiro;
9-ANSIEDADE NA ADOLESCÊNCIA: (trabalho escolar);
10-RECICLANDO É MELHOR: (A importância da reciclagem);
11-AS MUDANÇAS HOJE EM DIA: narrativa comparando o passado com o presente;
12-POLÍTICA E POLITICAGEM: A ciência e a prática política;
13-A CAATINGA DECLAMADA: um retrato escrito sobre a caatinga
14-O VALE DO CATIMBAU: um convite ao turista para conhecer o 2º maior parque arqueológico do Brasil;
15-A SECA NA MINHA TERRA (sobre a seca de 2010 a 2016;
16-CHEGOU CHUVA EM MINHA TERRA;  a chegada da chuva,2017
17-GONZAGA, SAGA E SAUDADE: Biografia do rei do Baião;
18-DELÍRIOS DE UM ESTUDANTE DO 9º PERÍODO DE DIREITO;
19-LAMPIÃO TÁ EM PASÁRGADA (A ressurreição de Lampião);
20-OS ANÕES DO ORÇAMENTO, OS SANGUESSUGAS E OS MENSALEIROS CONTRA O POVO BRASILEIRO;
         Convido, portanto,  ao leitor que faça uma visita na janela “Balaio de cordéis”, escolha aqueles que lhe interessar, seja pelo título, seja pela capa, dê dois clics e prove o sabor da poesia popular, fazendo seu comentário, se desejar, compartilhando ou simplesmente curtindo. Este poeta agradece a cultura nordestina ainda mais.  


sábado, 16 de junho de 2018

A FRIEZA DO BRASILEIRO EM RELAÇÃO A COPA MUNDIAL DE 2018



      
     

       Ontem, sexta feira, viajei à Recife, mais precisamente ao Tribunal de Justiça, para resolver uns problemas de nível profissional e para acompanhar minha esposa que foi fazer uma consulta médica naquela metrópole. Um fato que me chamou bastante a atenção foi o desinteresse do povo diante da copa mundial, cuja abertura ocorrida esta semana, com pouquíssimos comentários entre a população. Percorrendo alguns bairros do Recife, inclusive Boa Viagem, Praça do Derby e praça da República, onde estão localizados os três poderes (o Tribunal de Justiça, o Palácio do Governo e a Assembleia Legislativa) procurei algum sinal que lembrasse a copa mundial, ao menos uma bandeira pendurada em algum prédio ou uma simples bandeirinha nos milhares de veículos que percorriam as ruas da cidade. Não vi uma sequer. Nem mesmo ao fretar um taxi para um percurso até a praça do Derby, o motorista sequer tratou do assunto copa. Provocado por mim, a resposta obtida foi: Eu já me envolvi mais, entretanto, hoje  tenho mais coisas para me preocupar, como por exemplo a segurança e a saúde, que estão um caos em nosso país, enquanto os jogadores ganham milhões. Nos anos 70 o que se via era futebol, hoje em dia é jogador tatuado dos pés à cabeça (parecendo camaleão), a chuteira direita de uma cor, a esquerda  de outra, propaganda na bunda, nos quadris, na cabeça e futebol que é bom, zero"...

         Ao ser atendido no IRH do Estado, percebi também que na grande fila de espera, ninguém comentava sobre copa. A tardezinha, ao retornar para minha cidade foi que vi um solitário veículo, dentre os milhares que ali trafegavam, trazendo ao lado do motorista uma pequena bandeira do Brasil e já no retorno pra casa vi um caminhoneiro também colocando ao lado do retrovisor mais uma bandeirola, não se sabe se o ato tinha  relação de fato com a copa ou com algum movimento político.

         O que fica confirmado é que de fato, este ano, o brasileiro não está muito interessado, como antigamente, nos jogos da copa mundial. Também não é para menos:  Fifa envolvida em escândalos, CBF do mesmo jeito. Na Fórmula 1, o mundo inteiro tem conhecimento dos “arrumadinhos” para que determinado piloto saia vencedor, em detrimento daquele que de fato seria o campeão. Como continuar acreditando, e o pior, torcendo feito um louco por um clube, quando  de fato tudo pode ser um jogo  de cartas marcadas?